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17 Feb 2018 02:20
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is?OBgvoK76dGd_YJ2l8UQNoXQ4tK5X-p0wDpK1-RO9Axo&height=148 Os estreptococos são gram-positivos, imóveis (algumas exceções), cocos não formados de esporos ocorrem sozinhos, em pares ou em cadeia. São aeróbios, anaeróbios opcionais, negativos pra catalase e oxidase e fermentadores. Os estreptococos são largamente distribuídos pela meio ambiente e como comensais em animais. Mais de 20 espécies estão catalogadas no Manual Bergey.Espécies potencialmente patogênicas e não patogênicas conseguem estar presentes pela pele e nas mucosas do trato genital, no trato respiratório e digestivo superiores. Alguns dos grupos Lancefield conseguem ser posteriormente divididos em tipos a partir de teste de aglutinação. Existem ao menos 50 tipos do grupo A, Streptococcus Pyogenes, baseados nas diferenças sorológicas pela proteína M, como reconhecida pelo procedimento de aglutinação. Podes existir mais de uma espécie em um grupo e as espécies são capazes de ser identificadas por suas atividades bioquímicas.Alfa-hemolise: hemólise parcial várias vezes manifestada como uma zona de descoloração verde ao redor da colônia; hemólise com uma zona interior das células não hemolizadas. Beta-hemolise: zona não colorida e devido a hemólise completa. Gama-hemolise: hemólise não detectável. As infecções conseguem ser endógenas ou extrogenas. Pela ultima instancia elas podem ser geralmente adquiridas por inalação ou ingestão.Quatro Demografia 4.1 Religião43 "Meu Herói" わたしのヒーロー Watashi no Hīrō vinte e nove de Outubro de 2006146 "Goku se recupera!!" O Acordar de Son Goku 01 de Julho de 1992Como discernir que o teu cão esta com sustoAerossol, contato direto ou fômites são os modos mais comuns da difusão. As bactérias que mais freqüentemente resultam na produção e pus são os estafilococos, estreptococos e algumas corinebactérias. A infecção piogenica é caracterizada na realização de pus. Uma multiplicidade de doenças resulta das infecções por estreptococos e seu desenvolvimento depende de abundantes fatores tais como s porta de entrada, espécie animal e espécie estreptococos. Três doenças que ilustram de alguma maneira as diferentes patogêneses são garrotilhos em cavalos, abscesso mandibular do suíno e artrite por estreptococos. Apesar de normalmente localizada, as infecções por estreptococos podem de tornar septicêmicas e bactericemicas, ocasionando pela morte ou em temas de infecções em varias localidades.Como em algumas doenças microbianas a severidade da infecção depende do estado imune do animal. Estreptococos do grupo A, produzem mais de vinte produtos extracelulares.Não há duvidas que diversos testes são produzidos por estreptococos piogênicos animais.Alguns dos mais conhecidos estão relacionados. Acido Hialurônico. Fator de virulência que protege alguns estreptococos da fagocitose. Proteína M. virulência, imunidade do tipo especifica. Hemolisinas. Estreptolizinas O e S são responsáveis pela hemólise beta; que é produzida por certas condições.Anticorpos e estreptolizina O são bons indicadores de infecção atual ou passada. Estreptoquinase ( Fibrinolisina). Lise de aglutinados de fibrina. Ácido Lipoiteicóico. Responsável pelas aderências das células epiteliais. DNAase A,B,C e D. estas enzimas extracelulares auxiliam pela elaboração de substratos pra avanço. Estreptodornase. Desoxirribonuclease que corta a viscosidade do fluido contendo DNA. O pus por estreptococos pode fluido como efeito desta enzima.Hialuronidase. Existe porventura por correlação entre a elaboração desta enzima e virulência e.g., em celulite por estreptococos. Toxina Eritrogenica. Grupo A erupções da pele na escarlatina, somente em culturas lisogenicas. Grupo A: s. pyogenes. Principal causador de doenças por estreptococos em humanos. Raramente causam mastite bovina com possível disseminação aos humanos. Grupo B: S. agalactiae. Este estreptococo e o staphylococcus áureus são as causas mais importantes e freqüentes da mastite bovina. S. agalactiae é um patogeno obrigatório que pode ser eliminado dos rebanhos. Cinco a vinte por cento das mulheres são carreadoras cervicais dos estreptococos do grupo B que são similares ou estreitamente relacionados ao S. agalactiae. Esses estreptococos podem causar septcemia, meningite e morte em crianças recém-nascidas. Grupo C: S. zoopidemicus.Muitas infecções em animais e as vezes em humanos. S. equi. Garrotilho e outras infecções no cavalo; infecção genital em éguas. S. equisimilis. Diversas infecções em animais e humanos. S. dysgalactiae. Mastite bovina; poliartrite em ovelhas. Estreptococos intestinais, alguns dos quais são móveis. Existe um número de variedades e espécies. S. faecalis. Fezes de animais e humanos. Encontrados nos tratos geniturinário e digestório; normalmente são patogênicos, apesar de possam causar infecções urinárias em vários animais e endocardite em galinhas.R de deMoor. Esses estreptococos produzem meningite, artrite, broncopneumonia e septicemia em leitões. DeMoor bem como identificou cepas do grupo T a partir de doenças dos suínos. S. equinus. Trato alimentar do cavalo. S. faecium. Mesmo habitat que o S.faecalis. S. bovis. Trato digestório dos ruminantes. Grupo E: Esse grupo inclui espécies do leite e um Streptococcus que causa abscessos mandibulares ou linfadenite cervical em suínos.Grupo G: Estreptococos do grupo G causam infecções em bovinos, felinos e humanos. S. canis. Numerosas infecções em cães. Grupo H: Infecções raras em bovinos e humanos. Grupo K: S. salivarius. Comensal em suínos e humanos. Grupo L: Infecções em cães, bovinos e suínos. Grupo M: Infecções em cães. S. lactis. Fezes dos bovinos e produtos lácteos. S. cremonis. Ovinos e suínos.Grupo O e P: Estes são as vezes recuperados a partir de infecções em animais domésticos. Grupo Q: S. avium. Recuperados em aves domésticas e outros animais. Grupo Viridans: A substância C não foi demonstrada; sorologicamente heterogêneo; alfa-hemolítico; causam endocardite em humanos; infecções urinárias. S.uberis. Sorologicamente heterogêneos; causam mastite bovina; localizados na vagina e garganta dos bovinos.S. faecium. Mesmo habitat que os s.faecalis. S. bovis. trato digestório dos ruminantes. As bactérias são encontradas como comensais nos tratos alimentares e respiratórios superiores. Devido ao pequeno interesse feito para isolar anaeróbicos das infecções dos animais, seu significado real não é conhecido. Podem suceder sozinhos ou em infecções mistas e parece viável serem encontrados em infecções humanas associadas com atos cirúrgicos ou em feridas envolvendo o trato gastrintestinal ou genitourinário.

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