Displasia Coxofemoral Em Cães

17 Feb 2018 23:55
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Agora conversamos aqui no Blog do Cachorro a respeito de claudicação, ou melhor, dores ocasionadas por numerosas doenças ósseas, lá falamos um tanto sobre o assunto displasia coxofemoral, entretanto é um cenário que merece pouco mais de detalhes. Brasil, quando bons criadores tentavam melhorar tua linhagem de cães de raça, fazendo importações. Porém com a intervenção de bons criadores por aqui no Brasil, hoje temos conseguido diminuir uma quantidade significativa deste problema que acomete cães de todas as raças, sexo ou idade. A displasia coxofemoral é uma das doenças ósseas mais comuns em cães e afeta milhões de cachorros em todo o mundo.Conforme a doença avança, as articulações do quadril do cachorro começam a degenerar, causando acrescento da angústia e problemas de mobilidade para o cachorro. is?Ouc0kuAE6FrleOjOVnpg7d4OBtL8oO5iuk0QsRgJdBo&height=207 Se a displasia não for diagnosticada e tratada, o cachorro afetado nesse defeito, acabará incapacitado de locomover-se com tuas patas traseiras além é claro de sofrer dores bem desagradáveis. Todavia, a amplo maioria dos cães com displasia da anca são capazes de conduzir uma vida plena e ativa, principalmente se a doença for diagnosticada precocemente e o tratamento adequado for administrado e mantido possivelmente pro resto de tua existência. O que é displasia coxofemoral?A displasia coxofemoral assim como popularmente conhecida como descadeiramento, ou displasia pela anca é uma má formação das articulações que unem as pernas traseiras do cachorro com tua cintura pélvica. Estas más formações costumam gerar aflição e dificuldade de se locomover. A displasia coxofemoral poderá ser leve, gerando incômodo fraco, ou poderá ser rígida gerando dores e artrite.Cansaço frequente Você presta atenção no rótulo dos alimentos que oferece ao seu cão 0 de cinco dois colheres de sopa de farinha láctea Quantos sintonizadores de piano existem no mundo todo 10 passos para oferecer banho em bichos Respiração acelarada (hiperventilação) Ago.2014 - Filhotes de leão branco com a mãe, a leoa Nikita Jean-François/AFPEsta condição é causada por uma frouxidão de uma articulação pela pélvis, que precisa ser apertada. Se a articulação do quadril não estiver na localização precisa e não fixar acertadamente, a fricção provoca a degeneração das articulações, o que acabará levando à perda de função nas articulações do quadril. Alguns cães conseguem nascer com displasia coxofemoral, como citei em um momento anterior, em consequência a uma predisposição genética herdada de seus pais, é um distúrbio complexo, com múltiplos genes envolvidos. Assim sendo, não é qualquer coisa facilmente erradicado de uma raça ou linhagem típico, precisa de um trabalho exigente por parte dos criadores.Esse trabalho de entrecruzamento envolve exames radiográficos detalhados dos exemplares machos e fêmeas de muitas gerações. Os fatores ambientais também podem causar a displasia coxofemoral. Cães são como moças e necessitam ser acompanhados o mais de perto possível, principalmente pela data de progresso, mesmo um anão tombo sem credibilidade tem que sempre ser checado. Suave sempre teu cachorro ao veterinário, caso ele apresente cada contrariedade ao andar. Os primeiros indícios de displasia coxofemoral normalmente poderão ser observados entre os quatro e 6 meses de idade.No caso de displasia em filhotes de cachorros, ocorre uma frouxidão da articulação que se desenvolve no decorrer do progresso do cão. Displasia Coxofemoral Congênita: quando o cachorro nasce com o problema e desenvolve os sintomas precocemente, esta displasia coxofemoral será observada a partir dos 4 meses até 1 ano de idade, sem histórico de trauma ou qualquer outro agravante. Caso observe alguma diferença no percorrer de seu cachorro, é interessante que você esteja ciente que os sintomas dependem do grau de frouxidão das articulações, do grau de inflamação das articulações, e da degeneração presente nelas. Também não é incomum que os níveis de aflição que um cachorro mostra esteja correlacionado com o progresso da doença. Existem animais que apresentam um grau de displasia coxofemoral leve e mesmo por isso, apresentarão agonia extrema.E bem como não é incomum que alguns cachorros que apresentam displasia severa possam nos ceder a impressão de estarem lidando super bem com a displasia. Diagnóstico da displasia coxofemoral - Como diagnosticar um cachorro displásico? Provavelmente, seu veterinário irá avaliá-lo numa consulta inicial, analisando suas articulações e verificando se existem indícios concretos de frouxidão das articulações dos quadris. Que como imediatamente observamos aqui é um robusto indicativo de que o animal apresente qualquer grau de displasia coxofemoral.E se no caso, teu cão for um filhote, esse será bem como um indicador precoce da doença. Contudo, se seu cão for um animal mais velho, eventualmente teu veterinário irá procurar no cachorro uma perda de massa muscular nos músculos da coxa e bem como uma ampliação dos músculos do ombro (devido à contrapartida muscular). O principal teste de avaliação é o de frouxidão e dessa forma provavelmente será obrigatório sedar o cão para que o veterinário consiga manipular a articulação do quadril, sem causar agonia ao cachorro. Após esses exames clínicos, caberá ao médico resolver se é preciso a confirmação por intervenção de uma radiografia coxofemoral.Segundo a faculdade Brasileiro de Radiologia Veterinária, o diagnóstico de displasia conclusivo só poderá ser obtido depois de vinte e quatro meses de existência do animal, devido ao final do desenvolvimento do cachorro. Exames realizados em animais mais jovens deverão por tanto ser repetidos para que se obtenha um laudo definitivo. Fêmeas gestantes, não podem realizar esse checape visto que poderá prejudicar a criação dos filhotes. Fêmeas que tiveram filhotes há menos de trinta dias, bem como não deverão realizar esse check-up por causa tua ossatura ainda não ter voltado ao normal. Desse modo, o único diagnóstico preciso qualificado de diagnosticar a displasia coxofemoral só poderá ser obtido por intermédio de uma radiografia coxofemoral, que necessitará ser consumada com o cachorro anestesiado. Pra fazer este diagnóstico, o animal necessitará estar em jejum e ficará completamente imóvel e esticado. Nesse pretexto é necessário sedá-lo.Esta é a única forma de saber pontualmente se o seu cachorro tem displasia, em razão de como prontamente comentei nesse lugar, há cães com displasia enérgica que não apresentam nenhum sintoma e cães com displasia bem discreta que apresentam sintomas rígidos. O raio-x irá nos fornecer pontualmente a informação sobre o avanço da degeneração e também se esta degeneração podes ter afetado a medula espinhal do animal. is?Ouc0kuAE6FrleOjOVnpg7d4OBtL8oO5iuk0QsRgJdBo&height=207 No momento em que um animal tem um agravamento na medula espinhal, teoricamente ocorrerá uma descoordenação dos participantes, que será capaz de gerar uma contrariedade severa ao percorrer e até já paralisia, perda de equilíbrio e outras condições associadas. Teu veterinário assim como poderá solicitar o perfil químico no sangue do cachorro que incluirá um hemograma completo e painel de eletrólito e urinálise. Por tudo isso é a todo o momento muito considerável ao obter um cachorro, obter toda a informação possível sobre tua linhagem e a respeito da circunstância física de seus pais.Cada dica que você possa fornecer aos médicos sobre o seu animal será útil para o diagnóstico. Mas, não esqueça que mesmo que você tenha sido muito cauteloso na hora da compra de teu cachorro, pais totalmente livres de displasia coxofemoral, não estão isentos de produzirem filhos com qualquer nível de displasia.Quanto mais cedo a doença for diagnosticada, melhor as opções de tratamento acessíveis. Ou melhor, quanto mais tempo demorar para diagnosticar um cão com displasia coxo femural, mais a degeneração das articulações irá progredir. Piorando as oportunidades de inibir a degeneração. Tratamento da displasia coxofemoral - Como queremos cuidar um cachorro displásico? Os tratamentos conseguem ser medicamentosos ou cirúrgicos dependendo da gravidade da doença.

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