Novo Sistema De IA Informa Quando Médicos Precisam Tomar Cuidados Finais Com Pacientes

18 Feb 2018 04:14
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is?DeU0mkwkxlISxpQhpCt6bjYZA-NpEJFkHyILKKTZLYw&height=214 Utilizando um algoritmo de inteligência artificial que prevê a mortalidade de um paciente, uma equipe de busca da Instituição Stanford espera aprimorar os cuidados finais em pessoas criticamente enfermas. Em testes, o sistema se provou estranhamente preciso, prevendo acertadamente a mortalidade de noventa por cento dos casos. Entretanto, embora o sistema consiga calcular se um paciente pode morrer, ele não consegue dizer certamente aos médicos como chegou a essa conclusão. Prever a mortalidade está difícil. Os médicos necessitam crer uma série de fatores, como a idade do paciente, histórico familiar de reação aos remédios e a natureza da doença em si.Para complicar o método, os médicos necessitam brigar contra seus próprios egos, inclinações e uma relutância inconsciente ao avaliar as possibilidades de um paciente. Isto expõe um problema para que haja um tempo correto para se começar os cuidados paliativos (práticas aplicadas a um paciente incurável que visam oferecer diminuição de desgosto). Geralmente, quando um paciente provavelmente não vai viver em um momento de até um ano, são iniciados tratamentos desse tipo.No final das contas, os médicos trabalham pra impossibilitar dor, náusea, ausência de apetite, dão suporte psicológico e moral, e também considerar cuidados espirituais, culturais e sociais do paciente e de tua família. No entanto, se um paciente é introduzido ante cuidados paliativos antes da hora, ele eventualmente vai perder grande fração deste tratamento.E isso pode retratar uma tensão desnecessária ao sistema de saúde. Com alguma frequência, doenças avançadas se transformam em uma recessão médica, e os pacientes acabam indo para a UTI. Um dos objetivos da equipe de cuidado paliativo é discutir com os pacientes, de modo que eles possam pensar e articular tuas preferências antes que exista uma decadência. Jung diz que estas necessidades inconvenientes foram conhecidas há várias décadas com pesquisas que demonstram que 80% dos americanos gostariam de morrer em moradia — contudo somente trinta e cinco por cento conseguiram tal feito. Ele diz que a circunstância melhorou um pouco, entretanto "ainda há um enorme caminho na frente".É primordial se ater ao tempo preciso, e, por essa desculpa, Anand Avai e tua equipe de Stanford montaram este sistema de inteligência artificial. O algoritmo pra prever a morte é uma ferramenta pra melhorar a exatidão de prognósticos. Além de melhorar o timing pra cuidados paliativos, o sistema poderá bem como aliviar a carga sobre isso os médicos quando tentam prever os resultados de cuidados paliativos, que são qualquer coisa trabalhoso e que levam um bom tempo. O sistema usa uma forma de inteligência artificial conhecida como deep learning, em que uma rede neural aprende ao verificar uma quantidade imensa de fatos. Por este caso, o sistema foi alimentado com sugestões de prontuário eletrônico de criancinhas e adultos internados no hospital de Stanford e no hospital infantil Lucile Packard. Depois de analisar dois milhões de registros, os pesquisadores identificaram 200 1000 pacientes adequados para o projeto.26 Indicação de eliminação rápida para a página BannersA hérnia de disco também podes afetar os cãesSegundo passo pra integrar uma rotina com alimento natural para gatos> Informações sobre a Lipidose Hepática vinte e um/01/2018 19h33 Atualizado 21/01/2018 20h01Os pesquisadores estavam "agnósticos" quanto ao tipo de doença, estágio da doença, gravidade da internação (se está pela UTI ou não) e por isso por diante. Todos estes pacientes tinham casos similares, incluindo diagnóstico, número de exames ordenados e tipos de procedimentos efetuados, e também números de dias que ficaram no hospital, medicamentos administrados, além de outros mais fatores. Programado com essa nova prática, o algoritmo passou a avaliar os quarenta 1000 pacientes restantes e fez um ótimo trabalho, prevendo a mortalidade de pacientes entre três e doze meses em 9 a cada 10 casos. Por volta de 95% dos pacientes avaliados com baixa promessa de morrer durante aquele período viveram mais de 12 meses. O estudo piloto foi um sucesso, e os pesquisadores esperam que o sistema seja melhorado e aplicado de modo mais abrangente.Esta é uma sofisticada ferramenta de triagem pra aprimorar o cuidado paliativo utilizando o presságio como um indicador", ponderou Stephanie M. Harman, professora de medicina pela Escola Stanford e uma das coautoras desse novo estudo, em entrevista ao Gizmodo. A intenção não é informar as pessoas quando elas vão morrer", explicou, ressaltando que o sistema escolhe o problema de "identificar pacientes graves que ainda não tiveram tratamento paliativo". A respeito de, observou Jung: "Nós acreditamos que essa abordagem é fundamental para o exercício seguro, efetivo e ético de machine learning em um contexto clínico.Fora de casos de aplicações super nichadas, como a nossa, pensamos que é sempre melhor deixar as pessoas informadas a respeito do processo". No decorrer do estudo, os pesquisadores constataram inúmeras falhas no sistema que deverão ser corrigidas antes de regressar a funcionar mais uma vez. Tais como, podes ser penoso encontrar uma hora exata e um ambiente para os médicos responsáveis pelo cuidado paliativo terem uma conversa com a equipe do hospital em tempo hábil", disse Jung.

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